sexta-feira, 29 de julho de 2011

PRESSÃO ALTA

Quando a pressão alta não for descoberta e tratada ela pode causar:
  • Aumento do coração, o qual pode ocasionar a falha deste.
  • Aneurismas nos vasos sangüíneos, mais comumente na aorta e artérias no cérebro, pernas e intestinos.
  • Estreitamento dos vasos sangüíneos nos rins, o que pode causar a falha destes.
  • "Endurecimento" precoce de artérias pelo corpo, especialmente aquelas no coração, cérebro, rins e pernas. Isso pode causar ataque cardíaco, infarto, falha nos rins ou amputação de parte da perna.
  • Sangramento ou ruptura de vasos sangüíneos nos olhos, o que causa alterações na visão e pode resultar em cegueira.
  • O sangue é levado do coração para todas as partes do corpo em vasos chamados artérias. Pressão arterial é a força do sangue contra as paredes das artérias. Cada vez que o coração bate, ele bombeia sangue pelas artérias. Sua pressão arterial é mais elevada quando o coração bate bombeando o sangue. Isso é chamado pressão sistólica. Quando o coração está descansando entre os batimentos, sua pressão arterial cai. Essa é a pressão diastólica.

    Pressão arterial é sempre dada por esses dois números, as pressões sistólica e diastólica. Ambas são importantes. Geralmente elas são escritas uma acima ou antes da outra, como 120/80 mmHg. O primeiro número é a pressão sistólica e o último a diastólica (
    Clique aqui para pesquisar mais aparelhos de pressão arterial).

    A pressão arterial muda durante o dia. Ela é menor quando você dorme e aumenta quando acorda. A pressão também se eleva quando você está ativo fisicamente ou nervoso.

    Ainda, na maioria das suas horas caminhando, sua pressão arterial permanece bem parecida com a de quando está sentado ou parado em pé. Esse nível deve ser menor que 120/80. Quando o nível da pressão fica alto, 140/90 ou mais, você tem hipertensão. Com a pressão alta, o coração trabalha mais forte, suas artérias são surradas e as chances de infarto, ataque cardíaco ou problema nos rins são maiores.

                               ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL

Definição

A definição de Acidente Vascular Cerebral (AVC) do Dicionário Médico é uma manifestação, muitas vezes súbita, de insuficiência vascular do cérebro de origem arterial: espasmo, isquemia, hemorragia, trombose (Manuila, Lewalle e Nicoulin, 2003).
Acidente Vascular Cerebral é um derrame resultante da falta ou restrição de irrigação sanguínea ao cérebro, que pode provocar lesão celular e alterações nas funções neurológicas. As manifestações clínicas subjacentes a esta condição incluem alterações das funções motora, sensitiva, mental, perceptiva, da linguagem, embora o quadro neurológico destas alterações possa variar muito em função do local e extensão exacta da lesão (Sullivan, 1993).

Epidemiologia

O AVC é uma ameaça à qualidade de vida na velhice não só pela sua elevada incidência e mortalidade, mas também pela alta morbilidade que causa, implantando-se frequentemente em pessoas já com problemas físicos e/ou mentais (Resck, Botelho, Herculano, Namorato, Freire, 2004; William Pryse-Phillips, 1995). Também afecta na sua maioria aos idosos, mas existe uma percentagem de 20% dos AVC’s que ocorre em indivíduos abaixo dos 65 anos. É uma patologia que atinge mais a raça negra, especialmente a faixa etária mais jovem

                                        INFARTO MIOCARDIO


quarta-feira, 27 de julho de 2011

Museu de Arte Contemporânea

Foto: divulgação
Um nome de destaque da arte contemporânea e moderna em toda América Latina, o Museu de Arte Contemporânea, ou MAC possui cerca de dez mil obras em seu acervo. Quase todas são provenientes do Museu de Arte Moderna, que teve a sua coleção entregue à USP pelo então presidente do MAM, Francisco Matarazzo Sobrinho, em 1963. Francisco e sua mulher, Yolanda Matarazzo, também doaram suas coleções particulares ao novo museu.

Exposições temporárias ao longo do ano descortinam óleos, desenhos, gravuras, esculturas, objetos e trabalhos conceituais de grandes nomes do século XX como Picasso, Matisse, Miró, Kandinsky, Modigliani, Calder, Braque, Henry Moore, Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Volpi, Brecheret, Flávio de Carvalho , Manabu Mabe, Antonio Dias e Regina Silveira, entre tantos outros.

Embora ligado à pesquisa universitária, tem como principal objetivo tornar a cultura acessível e, por isso, em seus três endereços – um no Parque Ibirapuera e dois na Cidade Universitária –, oferece atividades e serviços como disciplinas optativas para graduação, cursos de extensão cultural, atividades de ateliês, visitas orientadas, biblioteca e loja.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

PERÍODO PRÉ HISTÓRICO

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Um dos períodos mais fascinantes da história humana é a Pré-História. Esse período não foi registrado por nenhum documento escrito, pois é exatamente a época anterior à escrita. Tudo o que sabemos dos homens que viveram nesse tempo é o resultado da pesquisa de antropólogos, historiadores e dos estudos da moderna ciência arqueológica, que reconstituíram a cultura do homem.
Consideramos como arte pré-histórica todas as manifestações que se desenvolveram antes do surgimento das primeiras civilizações e portanto antes da escrita. No entanto isso pressupõe uma grande variedade de produção, por povos diferentes, em locais diferentes, mas com algumas características comuns.
A primeira característica é o pragmatismo, ou seja, a arte produzida possuía uma utilidade, material, cotidiana ou mágico-religiosa: ferramentas, armas ou figuras que envolvem situações específicas, como a caça. Cabe lembrar que as cenas de caça representadas em cavernas não descreviam uma situação vivida pelo grupo, mas possuía um caráter mágico, preparando o grupo para essa tarefa que lhes garantiria a sobrevivência.
As manifestações artísticas mais antigas foram encontradas na Europa, em especial na Espanha, sul da França e sul da Itália e datam de aproximadamente de 25000a.C., portanto no período paleolítico. Na França encontramos o maior número de obras pré históricas e até hoje em bom estado de conservação, como as cavernas de Altamira, Lascaux e Castilho.
 As principais manifestações da pintura pré-histórica são encontradas no interior de cavernas, em paredes de pedra e a princípio retratavam cenas envolvendo principalmente animais, homens e mulheres e caçadas, existindo ainda a pintura de símbolos, com significado ainda desconhecido. Essa fase inicial é marcada pela utilização predominantemente do preto e do vermelho e é considerada portanto como naturalista.

FONTES DE ENERGIA ELETRICA

No Brasil a maior quantidade de energia elétrica produzida provém de usinas hidrelétricas (cerca de 95%). Em regiões rurais e mais distantes das hidrelétricas centrais, têm-se utilizado energia produzida em usinas termoelétricas e em pequena escala, a energia elétrica gerada da energia eólica.
Neste artigo vamos dar uma visão geral das fontes alternativas de energia elétrica: hídrica, térmica, nuclear, geotérmica, eólica, marés e fotovoltaica.

Energia hídrica
Nas usinas hidrelétricas, a energia elétrica tem como fonte principal a energia proveniente da queda de água represada a uma certa altura. A energia potencial que a água tem na parte alta da represa é transformada em energia cinética, que faz com que as pás da turbina girem, acionando o eixo do gerador, produzindo energia elétrica.
Utiliza-se a energia hídrica no Brasil em grande escala, devido aos grandes mananciais de água existentes.
Atualmente estão sendo discutidas fontes alternativas para a produção de energia elétrica, pois a falta de chuvas está causando um grande déficit na oferta de energia elétrica.
A maior usina hidrelétrica do Brasil é a de Itaipu (Foz de Iguaçu) que tem capacidade de 12600 MW

Energia térmica
Nas usinas termoelétricas a energia elétrica é obtida pela queima de combustíveis, como carvão, óleo, derivados do petróleo e, atualmente, também a cana de açúcar (biomassa).
A produção de energia elétrica é realizada através da queima do combustível que aquece a água, transformando-a em vapor. Este vapor é conduzido a alta pressão por uma tubulação e faz girar as pás da turbina, cujo eixo está acoplado ao gerador. Em seguida o vapor é resfriado retornando ao estado líquido e a água é reaproveitada, para novamente ser vaporizada.
Vários cuidados precisam ser tomados tais como: os gases provenientes da queima do combustível devem ser filtrados, evitando a poluição da atmosfera local; a água aquecida precisa ser resfriada ao ser devolvida para os rios porque várias espécies aquáticas não resistem a altas temperaturas.
No Brasil este é o segundo tipo de fonte de energia elétrica que está sendo utilizado, e agora, com a crise que estamos vivendo, é a que mais tende a se expandir.

Energia nuclear
Este tipo de energia é obtido a partir da fissão do núcleo do átomo de urânio enriquecido, liberando uma grande quantidade de energia.
Urânio enriquecido - o que é isto? Sabemos que o átomo é constituído de um núcleo onde estão situados dois tipos de partículas: os prótons que possuem cargas positivas e os nêutrons que não possuem carga.
Em torno do núcleo, há uma região denominada eletrosfera, onde se encontram os elétrons que têm cargas negativas. Átomos do mesmo elemento químico, que possuem o mesmo número de prótons e diferentes número de nêutrons são chamados isótopos. O urânio possui dois isótopos: 235U e 238U. O 235U é o único capaz de sofrer fissão. Na natureza só é possível encontrar 0,7 % deste tipo de isótropo. Para ser usado como combustível em uma usina, é necessário enriquecer o urânio natural. Um dos métodos é “filtrar” o urânio através de membranas muito finas. O 235U é mais leve e atravessa a membrana primeiro do que o 238U. Esta operação tem que ser repetida várias vezes e é um processo muito caro e complexo. Poucos países possuem esta tecnologia para escala industrial.
O urânio é colocado em cilindros metálicos no núcleo do reator que é constituído de um material moderador (geralmente grafite) para diminuir a velocidade dos nêutrons emitidos pelo urânio em desintegração, permitindo as reações em cadeia. O resfriamento do reator do núcleo é realizado através de líquido ou gás que circula através de tubos, pelo seu interior. Este calor retirado é transferido para uma segunda tubulação onde circula água. Por aquecimento esta água se transforma em vapor (a temperatura chega a 320oC) que vai movimentar as pás das turbinas que movimentarão o gerador, produzindo eletricidade.
Depois este vapor é liquefeito e reconduzido para a tubulação, onde é novamente aquecido e vaporizado.
No Brasil, está funcionado a Usina Nuclear Angra 2 sendo que a produção de energia elétrica é em pequena quantidade que não dá para abastecer toda a cidade do Rio de Janeiro.
No âmbito governamental está em discussão a construção da Usina Nuclear Angra 3 por causa do déficit de energia no país.
Os Estados Unidos da América lideram a produção de energia nuclear e nos países França, Suécia, Finlândia e Bélgica 50 % da energia elétrica consumida, provém de usinas nucleares.

Energia geotérmica
Energia geotérmica é a energia produzida de rochas derretidas no subsolo (magma) que aquecem a água no subsolo.
Na Islândia, que é um país localizado muito ao Norte, próximo do Círculo Polar Ártico, com vulcanismo intenso, onde a água quente e o vapor afloram à superfície (gêiseres- fig. 3) ou se encontram em pequena profundidade, tem uma grande quantidade de energia geotérmica aproveitável e a energia elétrica é gerada a partir desta.
As usinas elétricas aproveitam esta energia para produzir água quente e vapor. O vapor aciona as turbinas que geram quase 3 000 000 joules de energia elétrica por segundo e a água quente percorre tubulações até chegar às casas.
Nos Estados Unidos da América há usinas deste tipo na Califórnia e em Nevada. Em El Salvador, 30% da energia elétrica consumida provém da energia geotérmica.

Energia eólica
Os moinhos de ventos são velhos conhecidos nossos, e usam a energia dos ventos, isto é, eólica, não para gerar eletricidade, mas para realizar trabalho, como bombear água e moer grãos. Na Pérsia, no século V, já eram utilizados moinhos de vento para bombear água para irrigação.
A energia eólica é produzida pela transformação da energia cinética dos ventos em energia elétrica. A conversão de energia é realizada através de um aerogerador que consiste num gerador elétrico acoplado a um eixo que gira através da incidência do vento nas pás da turbina.
A turbina eólica horizontal (a vertical não é mais usada), é formada essencialmente por um conjunto de duas ou três pás, com perfis aerodinâmicos eficientes, impulsionadas por forças predominantemente de sustentação, acionando geradores que operam a velocidade variável, para garantir uma alta eficiência de conversão.
A instalação de turbinas eólicas tem interesse em locais em que a velocidade média anual dos ventos seja superior a 3,6 m/s.
Existem atualmente, mais de 20 000 turbinas eólicas de grande porte em operação no mundo (principalmente no Estados Unidos). Na Europa, espera-se gerar 10 % da energia elétrica a partir da eólica, até o ano de 2030.
O Brasil produz e exporta equipamentos para usinas eólicas, mas elas ainda são pouco usadas. Aqui se destacam as Usinas do Camelinho (1MW, em MG), de Mucuripe (1,2MW) e da Prainha (10MW) no Ceará, e a de Fernando de Noronha em Pernambuco.
Energia das marés A energia das marés é obtida de modo semelhante ao da energia hidrelétrica.
Constrói-se uma barragem, formando-se um reservatório junto ao mar. Quando a maré é alta, a água enche o reservatório, passando através da turbina e produzindo energia elétrica, e na maré baixa o reservatório é esvaziado e água que sai do reservatório, passa novamente através da turbina, em sentido contrário, produzindo energia elétrica. Este tipo de fonte é também usado no Japão e Inglaterra.
No Brasil temos grande amplitude de marés, por exemplo, em São Luís, na Baia de São Marcos (6,8m), mas a topografia do litoral inviabiliza economicamente a construção de reservatórios.

Energia fotovoltaica
A energia fotovoltaica é fornecida de painéis contendo células fotovoltaicas ou solares que sob a incidência do sol geram energia elétrica. A energia gerada pelos painéis é armazenada em bancos de bateria, para que seja usada em período de baixa radiação e durante a noite.
A conversão direta de energia solar em energia elétrica é realizada nas células solares através do efeito fotovoltaico, que consiste na geração de uma diferença de potencial elétrico através da radiação. O efeito fotovoltaico ocorre quando fótons (energia que o sol carrega) incidem sobre átomos (no caso átomos de silício), provocando a emissão de elétrons, gerando corrente elétrica. Este processo não depende da quantidade de calor, pelo contrário, o rendimento da célula solar cai quando sua temperatura aumenta.
O uso de painéis fotovoltaicos para conversão de energia solar em elétrica é viável para pequenas instalações, em regiões remotas ou de difícil acesso. É muito utilizada para a alimentação de dispositivos eletrônicos existentes em foguetes, satélites e astronaves.
O sistema de co-geração fotovoltaica também é uma solução; uma fonte de energia fotovoltaica é conectada em paralelo com uma fonte local de eletricidade. Este sistema de co-geração voltaica está sendo implantado na Holanda em um complexo residencial de 5000 casas, sendo de 1 MW a capacidade de geração de energia fotovoltaica. Os Estados Unidos, Japão e Alemanha têm indicativos em promover a utilização de energia fotovoltaica em centros urbanos. Na Cidade Universitária - USP - São Paulo, há um prédio que utiliza este tipo de fonte de energia elétrica.
No Brasil já é usado, em uma escala significativa, o coletor solar que utiliza a energia solar para aquecer a água e não para gerar energia elétrica.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Paisagens brasileiras


Floresta Amazônica

Rio Amazonas no Brasil.
Também conhecida como Hiléia ou floresta latifoliada equatorial, recobre cerca de 49,29% do território nacional, estendendo-se pela Amazônia e parte das regiões Centro-Oeste e Nordeste. Constitui uma das mais extensas áreas florestais do mundo.
Muito densa e fechada, com grande variedade de espécies, a Floresta Amazônica caracteriza-se por grande umidade,altos índices de chuva,elevadas temperaturas e pequena amplitude térmica. O nome latifoliada deriva do latim (lati = "largo") e indica a predominância de espécies vegetais de folhas largas.
Acompanhando essa floresta há uma emaranhada rede de rios, que correm num relevo onde predominam terras baixas (planícies e baixos-planaltos). Os solos são, em geral, pouco férteis.
Apesar de sua aparente uniformidade, a Floresta Amazônica abriga três tipos de associações, assim divididas:
  • mata de igapó: constantemente inundada, é formada principalmente por palmeiras e árvores não muito altas, emaranhadas por cipós e lianas. É bastante rica em espécies vegetais;
  • mata de várzea: mais compacta, sofre inundações periódicas (cheias). Apresenta árvores maiores, sobressaindo as seringueiras, por seu valor econômico;
  • mata de terra firme: pouco inundada, é a que apresenta árvores mais altas. Nela são comuns o castanheiro, o guaraná e o caucho.
As queimadas para a abertura de pastos, instalação de fazendas para criação de gado e plantações de diversos produtos agrícolas, os desmatamentos para retirada de madeira e a mineração são os principais impactos provocados pela ocupação humana na Amazônia.
A Floresta Amazônica é uma verdadeira farmácia natural ao ar livre, cujas árvores, cipós e outras espécies fornecem remédios para todos os males do corpo humano, desde doenças do coração até diabetes. Por isso tem sido cobiçada pelos maiores laboratórios do mundo, que têm extraído dela uma infinidade de medicamentos.

[editar] Mata dos Cocais

Abrange predominantemente os estados do Maranhão e Piauí (Meio-Norte), mas distribui-se também pelo Ceará, Rio Grande do Norte e Tocantins. Está numa zona de transição entre os ecossistemas da Floresta Amazônica e da caatinga. É classificada como uma formação florestal, mas, na realidade, constitui uma formação vegetal secundária, por seu acentuado desmatamento. Nesse ecossistema predominam dois tipos de palmeira muito importantes para a economia local:
  • Babaçu, de cuja amêndoa se extrai o óleo; as folhas são usadas para a cobertura de casas e o palmito como alimento para o gado. Um rico artesanato emprega suas fibras para confeccionar esteiras, cestos e bolsas. Da casca do côco, podem ser retirados o alcatrão e o acetato.
  • Carnaúba, cujo produto mais conhecido é a cera. Como tudo dessa palmeira pode ser aproveitado (folhas, caule, fibras), o nordestino denominou-a "árvore da providência".
Na Mata dos Cocais, as altas temperaturas são constantes. As pastagens representam o principal impacto ambiental nesse ecossistema.

[editar] Mata Atlântica

Estende-se desde o Rio Grande do Norte até o Rio Grande do Sul, junto ao litoral, quase sem interrupções. Predominando em regiões de clima quente e úmido, com verões brandos, surge nas encostas das serras litorâneas. Topograficamente, surge em serras elevadas (escarpas do Planalto Atlântico) em formas arredondadas, chamadas "mares de morros". Esta formação vegetal apresenta-se muito densa, emaranhada e com grande variedade de vegetais hidrófilos (adaptados a ambientes úmidos) e perenes.
Devido à sua localização geográfica é a formação vegetal brasileira que mais devastações sofreu, principalmente em trechos menos elevados do relevo. Esse impacto ambiental é uma das consequências da intensa urbanização e industrialização que ocorreram no Brasil.

[editar] Mata de Araucária
Predominando em regiões de clima subtropical e tropical de altitude, que apresentam regular distribuição das chuvas por todos meses do ano, estende-se desde o sul de São Paulo até o norte do Rio Grande do Sul, em trechos mais íngremes do relevo (Campos do Jordão, por exemplo). É muito comum no planalto Meridional, nos estados do Paraná e Santa Catarina.
O nome aciculifoliada vem do latim (aciculi = "pequena agulha") e indica o predomínio de espécies que apresentam folhas pontiagudas. Destaca-se a Araucaria angustifolia, mais conhecida como pinheiro-do-paraná, mas aparecem ainda outras espécies, como a imbuia, o cedro, o ipê e a erva-mate.
Os solos em que se desenvolve, em geral de origem vulcânica, são mais férteis que os das áreas tropicais o que explica a grande devastação sofrida por essa vegetação para o aproveitamento agrícola.
Além dessas formações florestais aparecem ainda no Brasil alguns outros subtipos, merecendo destaque a mata dos Cocais e as matas galerias ou ciliares.
A mata dos Cocais é uma formação de transição entre a Floresta Amazônica e a Caatinga, abrangendo áreas do Maranhão, Piauí e Tocantins. O babaçu é a espécie predominante.
As matas galerias ou ciliares são florestas que se desenvolvem ao longo dos cursos de água, cuja umidade as mantém. Praticamente devastadas pela ocupação humana, restringem-se a trechos do cerrado ou dos campos do Rio Grande do Sul.
Calcula-se que 5% da área original dos pinheirais esteja preservada. A retirada da madeira, para a produção de móveis e papel de jornal, e a agropecuária são os principais fatores de sua devastação acentuada e complexa .

[editar] Cerrado

Depois da Floresta Amazônica, é a formação vegetal brasileira que mais se espalhou, predominando no planalto Central, mas aparecendo também como manchas esparsas em outros pontos do país (Amazônia, região da caatinga do Nordeste, São Paulo e Paraná), recobrindo mais de 20% do território nacional. Predomina em áreas de clima tropical, com duas estações: verão chuvoso e inverno seco.
Não é uma formação uniforme, o que permite identificar duas áreas: o cerradão e o cerrado propriamente dito. No cerradão existem mais árvores que arbustos. No cerrado, bastante ralo, aparecem poucos arbustos e árvores baixas, de troncos sinousos e casca espessa, que apresentam galhos retorcidos, com folhas muito duras; entre as árvores e os arbustos, espalha-se uma formação contínua de gramíneas altas.

Imagem de satélite com o cerrado em destaque.
O cerrado espalha-se pelos chapadões e por algumas escarpas acentuadas.
Dentre os fatores que explicam a fisionomia do cerrado, além da escassez de água, destacam-se a profundidade do lençol freático e a natureza dos solos, ácidos e com deficiências minerais.
A expansão agropecuária, os garimpos, a construção de rodovias e cidades como Brasília e Goiânia, são os principais aspectos provocados pela ação humana, que reduziram esse ecossistema a pequenas manchas distribuídas por alguns estados brasileiros.
O cerrado foi declarado "Sítio do Patrimônio Mundial" pela Unesco em 13 de dezembro de 2001.

[editar] Caatinga


Caatinga: formação vegetal xerófila que aparece no Polígono das Secas.
Predominando na região de clima semi-árido do Nordeste é uma formação vegetal tipicamente xerófita, ou seja, adaptada à escassez de água. É uma vegetação esparsa, que se espalha pelos maciços e tabuleiros, por onde correm rios, em geral intermitentes.
Desenvolvendo-se em solos quase rasos e salinos, apresenta-se muito heterogênea: em alguns trechos, predominam árvores esparsamente distribuídas; em outros, arbustos isolados; e em outros, ainda, apenas capões de gramíneas altas.
A falta de água impõe múltiplas adaptações aos vegetais na caatinga, que vão desde a perda das folhas na estação mais seca até o aparecimento de longas raízes, em busca de lençois subterrâneos de água. Entre as principais espécies de árvores, estão o juazeiro, o angico, a barriguda, e, entre os arbustos, as cactáceas, como o xiquexique e o mandacaru.
Atualmente, a Caatinga vem sendo agredida ao sofrer o impacto da irrigação, drenagem, criação de pastos, latifúndios e da desertificação.

[editar] Pantanal


Aspecto do Pantanal Mato-Grossense, cuja vegetação reúne espécies da floresta, dos campos, do cerrado e até mesmo da caatinga.
Ocupando a planície do Pantanal Mato-Grossense, é uma formação mista que apresenta espécies vegetais próprias das florestas, dos campos, dos cerrados e até da caatinga.
Podem-se identificar nessa formação três áreas diferenciadas: as sempre alagadas, nas quais predominam as gramíneas; as periodicamente alagadas, nas quais se destacam diversos tipos de palmeiras (buritis, paratudos e carandás); e as que não sofrem inundações e são mais densas, aparecendo nelas o quebracho e o angico.

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[editar] Manguezais

Ocupam porções mais restritas do litoral, em reentrâncias da costa, onde as águas são pouco movimentadas, como os pântanos litorâneos, os alagadiços e as regiões inundadas pela maré alta. Neles predominam vegetações halófitas (que se adaptam a ambientes salinos), com raízes aéreas e respiratórias, dotadas de pneumatóforos que lhes permitem absorver o oxigênio mesmo em áreas alagadas. Conforme a topografia e a umidade do solo, é possível distinguir o mangue-vermelho, nas partes mais baixas, o mangue-siriúba, onde as inundações são menos freqüentes; e o mangue-branco, em solos firm

- O Cerrado Brasileiro -

             É a segunda maior formação vegetal brasileira. Estendia-se originalmente por uma área de 2 milhões de km², abrangendo dez estados do Brasil Central. Hoje, restam apenas 20% desse total.Típico de regiões tropicais, o cerrado apresenta duas estações bem marcadas: inverno seco e verão chuvoso. Com solo de savana tropical, deficiente em nutrientes e rico em ferro e alumínio, abriga plantas de aparência seca, entre arbustos esparsos e gramíneas, e o cerradão, um tipo mais denso de vegetação, de formação florestal. A presença de três das maiores bacias hidrográficas da América do Sul (Tocantins-Araguaia, São Francisco e Prata) na região favorece sua biodiversidade . 

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sexta-feira, 18 de março de 2011

O interior do nosso planeta

TEORIA TECTÔNICA DE PLACAS

O QUE É E COMO SE FORMA UM VULCÃO?

Um vulcão é uma estrutura formada pela saída de magma (lava) e gases na superfície da Terra. Possui uma abertura, a cratera, por onde o material é expelido e um edifício vulcânico, formado pelo acúmulo de rochas originadas do resfriamento das lavas e gases e da deposição dos fragmentos e cinzas lançados.

MAGMA E ROCHAS MAGMÁTICAS

O magma é um material rochoso fundido, formado a grandes profundidades dentro da Terra, onde a temperatura pode chegar a 1.200 oC e a pressão é muito elevada. Trata-se de uma mistura de líquido de rocha fundida, cristais sólidos e gases. A palavra magma tem origem no grego e refere-se a massa ou pasta que faz o pão, como referência a sua consistência viscosa e sua mobilidade.
O magma gerado no interior da terra tende a subir para regiões mais próximas da superfície, ficando armazenado em reservatórios que os geólogos chamam de câmaras magmáticas.
Estas câmaras podem alimentar vulcões, quando são ligadas à superfície por fissuras na Terra. Tais fissuras que o magma percorre até atingir a superfície são chamadas condutos.
Rochas formadas a partir do resfriamento do magma são chamadas rochas magmáticas ou ígneas [Ígneo, do latim ignis, que tem origem no fogo, a altas temperaturas]. É a classe de rochas que predomina na Terra, podendo ser de dois tipos: plutônicas ou vulcânicas.
Quando o magma se resfria no interior da terra (nas câmaras magmáticas, por exemplo), ele se cristaliza lentamente e dá origem às chamadas rochas plutônicas. [O termo Plutônico tem origem na mitologia romana: vem de Plutão, Senhor do Inferno, localizado no fundo da Terra]
O magma que atinge a superfície é chamado de lava e origina rochas vulcânicas. Na superfície, a lava resfria-se rapidamente e forma rochas de grãos muito finos, pois não há tempo para os minerais cristalizarem-se. Também são expelidos gases que provocam explosões e emisão de partículas. [O termo Vulcânico tem origem na mitologia romana: Vulcano, Deus do Fogo]
As rochas que se formam em ambientes rasos, perto da superfície, porém dentro da Terra (nos condutos, por exemplo) podem ser chamadas subvulcânicas.
O Vulcão de Nova Iguaçu está contido em um maciço ígneo alcalino (Maciço do Gericinó - Mendanha), que recebe este nome por ser formado a partir de magmas ricos em sódio e potássio na sua composição química.

A ESTRUTURA DA TERRA

A estrutura do interior da Terra pode ser comparada a de uma cebola, com diferentes camadas se superpondo. A parte superficial da Terra é denominada crosta, dividida em crosta continental (mais leve) e crosta oceânica (mais densa). Abaixo da crosta, fica o manto e, no centro, o núcleo (ver figura à esquerda).
A crosta e a parte superior do manto são rígidas e quebradiças, formando uma camada chamada litosfera. A litosfera pode ser comparada a uma esteira rolante que desliza sobre a camada pastosa do manto, chamada astenosfera (ver figura abaixo).
Estrutura Concêntrica da Terra
Estrutura Concêntrica da Terra
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Camadas mais Externas da Terra
Camadas mais Externas da Terra
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OS VULCÕES E AS PLACAS TECTÔNICAS

A casca rígida da Terra (litosfera) é dividida em placas (denominadas Placas Tectônicas), que “navegam” sobre a camada pastosa (astenosfera).
As bordas dessas placas são as zonas de instabilidade, onde ocorrem terremotos e vulcões, enquanto o interior das placas é estável. A maioria dos vulcões ocorre nessas áreas instáveis da crosta terrestre, como nos Andes, oeste dos Estados Unidos e Japão, por exemplo.
Já o Brasil, localiza-se em área estável, no interior da Placa Sul-Americana.
Porém, como toda regra tem exceção, podem ocorrer vulcões no interior das placas tectônicas, como os “nossos” que existiram no Rio de Janeiro e os que estão em atividade no Havaí (no meio da placa do Pacífico).
TRAGEDIA NO JAPÃO

Um forte terremoto de magnitude 8,9 atingiu a costa nordeste do Japão nesta sexta-feira, seguido de um tsunami com ondas de até dez metros de altura, causando aos menos 32 mortes e sérios danos a diversas cidades da região, segundo autoridades locais.
Trata-se do pior tremor a atingir o país desde que começaram a ser feitos registros, no final do século 19, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês).
O tremor desta sexta foi seguido por ao menos 19 réplicas, muitas delas de magnitude 6.0. Cidades e vilarejos ao longo dos 2.100 quilômetros da costa leste do país foram afetadas por violentos tremores que atingiram até a capital, Tóquio, localizada a 373 quilômetros de distância do epicentro.
Arthur Conan Doyle veio a odiar a tal ponto o seu personagem mais conhecido, Sherlock Holmes, que em 1893 tentou matá-lo, com uma queda nas cataratas de Reichenbach. O escritor definiu a decisão como "homicídio justificado", declarando que - se eu não o houvesse matado, ele certamente me mataria.
Caso Conan Doyle pudesse contar com os serviços dos roteiristas de Sherlock Holmes, o novo filme de Guy Ritchie, como consultores, talvez pudesse ter desenvolvido, como eles, perigos mais imaginativos e malévolos - por exemplo, uma serra elétrica que quase corta o herói ao meio em um abatedouro, ou o casco de navio que quase o esmaga em um estaleiro. Conan Doyle terminou cedendo à pressão do público e ao saldo negativo de sua conta bancária e, em 1903, depois do sucesso de O Cão dos Baskerville, relutantemente ressuscitou Holmes por mais 24 anos.
Agora, é impossível matar o detetive ¿ainda que os puristas sem dúvida devam argumentar que a forma pela qual Robert Downey Jr. o retrata no filme de Ritchie - que de vez em quando lembra uma versão vitoriana de Clube da Luta - seja um destino pior que a morte. Nem mesmo a morte de Conan Doyle, em 1930, serviu para eliminar o grande detetive.
Na verdade, ela o propeliu à mais bem sucedida e elaborada pós-vida de que um personagem de ficção já desfrutou. O detetive apareceu em incontáveis filmes, peças de teatro e séries de televisão e inspirou uma série de continuações literárias e derivativos, bem como até mesmo algumas versões em desenho animado, em uma das quais o papel de Holmes é interpretado pelo Patolino.
Será que Conan Doyle teria desaprovado o filme de Ritchie? Com certeza. E não apenas porque o personagem de Downey, frenético e exagerado, e até mesmo usando óculos escuros em determinada cena, parece mais feliz em resolver casos aos socos do que com o cérebro, mas sim porque pela maior parte do tempo ele pouco tem comum com o homem sobre o qual Conan Doyle escreveu.
Nos seus anos de velhice, o escritor se havia transformado em uma estranha combinação de velho resmungão e adepto fervoroso do espiritismo, e vivia frequentando sessões espíritas e mediúnicas, o que provavelmente o levaria a desaprovar uma trama como a do novo filme, que envolve expor as trapaças de ocultistas secretos que não passam de charlatões.
Por outro lado, as cenas de combate pugilístico entre Holmes e seus adversários no filme teriam surpreendido menos ao autor do que incomodaram alguns críticos atuais. Quando jovem, Conan Doyle foi um bom boxeador, e em pelo menos dois dos contos ele atribui a mesma qualidade a Holmes, ainda que seja provável que jamais tenha imaginado que o detetive dispunha de uma capacidade robótica, digna de um Exterminador do Futuro, para analisar as leis da Física e da resistência óssea antes de decidir como esmigalhar um adversário.
Quando Conan Doyle morreu, dezenas de filmes mudos baseados em Holmes já haviam sido realizados, bem como uma dúzia ou mais de peças, diversas das quais o autor assistiu. Em sua opinião, Holmes desviava a atenção de seus outros escritos, mais sérios, e o fato de que tenha criado um dos primeiros heróis pop, capaz de escapar à literatura barata da era vitoriana e ganhar vida mais ampla fora dos livros, não lhe propiciava qualquer satisfação.
Se Conan Doyle fosse um escritor melhor, o problema talvez jamais tivesse surgido. Holmes é tão memorável porque, como alguns dos super-heróis que surgiriam posteriormente, ele é mais uma coleção de traços fascinantes de personalidade do que um personagem completamente desenvolvido.
Raymond Chandler certa vez se queixou de que Holmes era pouco mais que algumas linhas de diálogo e atitudes inesquecíveis: o uso de drogas, o tédio, o violino, as deduções lógicas exibicionistas (que Conan Doyle sempre admitiu ter baseado em um de seus professores na escola de medicina).
Mas foi exatamente porque Holmes parecia tão vago e incompleto na página que ele se tornou uma figura pop tão irresistível, sobre a qual podemos projetar as interpretações que preferirmos. Muito do que sabemos, ou pensamos saber sobre ele - o chapéu de caça, as capas, o bordão "elementar, meu caro Watson" - não vem dos livros, mas de subsequentes interpretações, especialmente no cinema. Até o momento, mais de 200 filmes ou programas de TV protagonizados por Holmes já foram realizados, e os atores que interpretaram nas telas e palcos incluem John Barrymore, Raymond Massey, Ian Richardson, Jeremy Brett, George C. Scott, Stewart Granger, Charlton Heston, Roger Moore e ¿por mais estranho que pareça- Larry Hagman e Leonard Nimoy.
O mais influente deles, aquele cuja imagem como Holmes ainda persiste como versão oposta à de Downey, foi Basil Rathbone, que encarnou Holmes no cinema entre 1939 e 1946 e nos oferece alguns dos traços aparentemente indeléveis do detetive: a fronte ampla; o cabelo liso, escovado para trás; o porte lânguido, aristocrático; as tiradas esnobes. Essa imagem do detetive como homem imperturbável reinou sem contestação até que Nicol Williamson rompesse com o modelo ao interpretar Holmes como um sujeito frenético, sempre chapado de drogas, em The Seven-Per-Cent Solution, de 1976, uma adaptação do cineasta Herbert Ross para o romance homônimo de Nicholas Meyer.
Em 1985 surgiu O Jovem Sherlock Holmes, dirigido por Barry Levinson, no qual o Holmes adolescente parecia, em retrospecto, uma espécie de antevisão de Harry Potter. A produção do filme de Levinson coube a Steven Spielberg, cujo Indiana Jones é claramente a maior inspiração do novo filme de Ritchie.
Dizer que a nossa imagem de Holmes evoluiu de maneiras que refletem a mudança em nossa compreensão do personagem é provavelmente exagero. O mais provável é que tenha evoluído simplesmente porque o cinema evoluiu, e nossa apreciação do personagem agora abarca uma longa tradição cinematográfica. A trama do novo filme lembra tanto a de O Código Da Vinci quanto a dos filmes National Treasure.
A relação brincalhona entre Holmes e Watson (neste caso interpretado com graça, e sem maneirismos de velho, por Jude Law) tem algo de Butch Cassidy e Sundance Kid. Downey, que passa boa parte do filme tropeçando e trocou o chapéu de caça de Holmes por um chapéu-coco e outros modelos, inevitavelmente traz à memória sua interpretação de Charles Chaplin - o qual, na verdade, trabalhou em um dos primeiros filmes mudos sobre Holmes.
A Londres de Ritchie tem uma cara falsa, com o vento sobre o Tâmisa aparentemente soprando em mais de uma direção ao mesmo tempo. A cidade real jamais foi tão nevoenta, chuvosa e aparentada ao steam-punk. Mas a versão do filme também é a mais bela Londres entre todas aquelas em que Holmes viveu nas telas, e serve como lembrete de que parte do atrativo dos romances e contos era a atmosfera. Por outro lado, a coisa mais estranha sobre o filme é que Holmes, nele, é um sujeito fofo e adorável, algo que ele raramente, se alguma vez, foi, nas interpretações precedentes. Ser simpático costumava ser a característica de Watson ¿ao menos nos filmes; nos livros, Watson simplesmente serve de escada ao personagem principal.
Um dos personagens do filme de Ritchie afirma que existe algo de frágil por sob a lógica e raciocínio de Holmes, e é verdade. O personagem de Downey é ao mesmo tempo pretensioso e carente. Ele continua a se deliciar em exibir sua inteligência, mas menos por esnobismo do que por não conseguir evitar. Holmes vive para a platéia. O tédio, a lassidão, os indícios de uso de drogas, o violino (ainda que dedilhado apenas, porque Holmes parece ter perdido o arco durante boa parte do filme) estão presentes, mas seu problema parece ser menos mental do que físico.
Holmes requer casos não para exercitar seu formidável intelecto, mas para que possa sair de casa, correr, trocar socos, usar disfarces, terminar algemado nu a uma cama vitoriana. Não se pode evitar a sensação de que a frustração que ele exibe talvez derive do fato de que, na era vitoriana, a carreira correta para o detetive ainda não tivesse surgido: ele é o tipo de pessoa que deveria trabalhar  
Sherlock Holmes é um personagem de ficção da literatura britânica criado pelo médico e escritor britânico Sir Arthur Conan Doyle. Holmes é um investigador do final do século XIX e início do século XX que aparece pela primeira vez no romance A Study in Scarlet (Um estudo em Vermelho). Sherlock Holmes ficou famoso por utilizar, na resolução dos seus mistérios, o método científica e a lógica dedutiva. Sherlock Holmes descreve-se como um "detetive consultor", o que significa que as pessoas vêm-lhe pedir conselhos sobre os seus problemas, ao invés de se dirigir a elas. Doyle conta-nos que Holmes é capaz de resolver os problemas a ele propostos sem sair do seu apartamento, apesar de este não ser o caso em diversas de suas mais interessantes histórias, que requerem a sua presença in situ. A sua especialidade é resolver enigmas singulares, que deixam a polícia desnorteada, usando a sua extrema faculdade de observação e dedução.


Sherlock Holmes é um personagem de ficção da literatura britânica criado pelo médico e escritor britânico Sir Arthur Conan Doyle. Holmes é um investigador do final do século XIX e início do século XX que aparece pela primeira vez no romance A Study in Scarlet (Um estudo em Vermelho). Sherlock Holmes ficou famoso por utilizar, na resolução dos seus mistérios, o método científica e a lógica dedutiva. Sherlock Holmes descreve-se como um "detetive consultor", o que significa que as pessoas vêm-lhe pedir conselhos sobre os seus problemas, ao invés de se dirigir a elas. Doyle conta-nos que Holmes é capaz de resolver os problemas a ele propostos sem sair do seu apartamento, apesar de este não ser o caso em diversas de suas mais interessantes histórias, que requerem a sua presença in situ. A sua especialidade é resolver enigmas singulares, que deixam a polícia desnorteada, usando a sua extrema faculdade de observação e dedução.
A semelhança entre um devetive(Sherlock Holmes) , um arqueólogo e um historiador é que todos eles usam o mesmo modo de trabalho. Eles seguem as pistas,raciocinam, levantam hipóteses e até que chegam a conclusão final. Todos estudam a sociedade do passado.