sexta-feira, 21 de outubro de 2011

liberdade e escravidão


Escravidão na Grécia antiga

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Estela funerária de Mnesarete; um jovem escravo (esquerda) encara sua falecida patroa.[1] Ática, c. 380 a.C.. (GlyptothekMuniqueAlemanha)
escravidão era prática comum e componente integral da vida na Grécia Antiga, ao longo de toda a sua história, da mesma maneira que nas demais sociedades antigas.[2] Estima-se que em Atenas a maioria dos cidadãos tinha pelo menos um escravo. A maior parte dos escritores do período antigoconsiderava a escravidão não só como algo natural, mas como algo necessário, porém alguns debates isolados ocorreram, especialmente nos diálogos socráticos.
Em conformidade com a prática historiográfica, este artigo pretende discutir apenas a escravidão comobem móvel (propriedade pessoal), ao contrário da prática que envolvia grupos dependentes, como ospenestae da Tessália ou os helotas espartanos, que se assemelhavam mais aos servos medievais(pouco mais que um bem imóvel. O escravo é um indivíduo deprivado de sua liberdade, e forçado a submeter-se a um proprietário, que pode comprá-lo, vendê-lo ou emprestá-lo como qualquer outro bem material.
O estudo da escravidão na Grécia Antiga oferece um número de significantes problemas metodológicos. A documentação sobre o assunto é desconexa e muito fragmentada, focalizando-se principalmente na cidade de Atenas. Nenhum tratado foi escrito especialmente dedicado ao assunto. Os casos judiciais do século IV a.C. se interessavam pela escravidão apenas como uma fonte de renda. A comédia e a tragédia exibiam os estereótipos, e a iconografia não fez qualquer diferenciação substantiva entre o escravo e o artesão; até a terminologia é, por vezes, vaga.

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